Nesta página encontra resposta para algumas das questões mais frequentes relacionadas com as rodas RODI. Se eventualmente não encontrar a informação que procura, contacte-nos através deste formulário.

Como retirar o pneu de uma roda?

Por vezes, poderá acontecer que o pneu esteja muito justo ao aro, o que dificulta bastante o seu processo de remoção/troca. Para remover o pneu, siga este procedimento:

 

1. Empurrar bem as paredes do pneu (de ambos os lados) para a zona central do perfil, isto é, para a zona côncava;

2. De seguida, e com recurso a duas ferramentas desmonta-pneus, colocar uma entre o aro e o pneu, e fixá-la a um raio;

3. Introduzir a segunda ferramenta desmonta-pneus igualmente entre o pneu e o aro, e percorrê-lo a toda a sua volta, até libertar o pneu.

 

Caso haja demasiada dificuldade em deslocar a ferramenta à volta do aro, recomendamos que utilize sabão ou detergente da louça, como lubrificante.

 

 

Para facilitar a sua tarefa, disponibilizamos uma listagem de todos os modelos RODI compatíveis com o sistema Tubeless Ready. Pode consultar a tabela aqui.

Para tubelizar uma roda, cujo aro é do tipo Tubeless Ready, é necessário: uma fita de aro adequada para o efeito (geralmente, trata-se de uma espécie de fita adesiva mas com propriedades específicas) e de líquido selante.

 

Procedimento a seguir:

1. Limpar bem o aro na zona de aplicação da fita e remover eventuais imperfeições oriundas do processo de furação, como por exemplo rebarbas;

2. Escolher a fita de aro adequada, tendo em conta a largura interna do perfil a tubelizar. Por exemplo, no caso de se tratar de um perfil 622x30TC, a largura da fita deverá ser de 32 mm, aproximadamente;

3. Aplicar a fita no aro a toda a sua volta, esticando-a bem, e dando uma volta e meia, a iniciar a 90º do furo da válvula;

4. Remover eventuais bolhas de ar que se tenham acumulado no processo anterior;

5. Com a válvula Tubeless, utilizar a sua extremidade pontiaguda para fazer o furo na fita, e montá-la firmemente no aro;

6. Montar o pneu Tubeless na roda e insuflá-lo, até que as suas paredes estejam perfeitamente “acomodadas” nas paredes do perfil. Por norma, este acontecimento é antecedido de um som próprio, uma espécie de um “estalo”.

7. Remover o ar insuflado e, posteriormente, o núcleo da válvula (recorrer a uma ferramenta própria, fornecida com a válvula Tubeless);

8. Introduzir pela válvula a quantidade recomendada pelo fabricante do selante, consoante a utilização pretendida, e voltar a colocar o núcleo da mesma;

9. Insuflar ligeiramente, o pneu;

10. Agitar bem a roda, em todos os sentidos, durante algum tempo, de modo a espalhar bem o selante. Deve também, bater a roda no chão, com especial incidência na zona da válvula e da emenda;

11. Finalmente, deixar o selante secar durante um par de horas.

Em aros Tubeless Ready é usual o furo da válvula estar centrado no perfil e, por isso, encontra-se localizado numa aresta do perfil, de modo a possibilitar ao utilizador o uso do sistema tubeless ou do sistema com inner tube. Contudo, esta situação nunca será um problema para a tubelização da roda.

 

O importante é garantir que a válvula fique bem vedada do lado da “cama” do pneu! (Ver ponto anterior)

Pode encontrar esta informação na tabela de correspondências disponível aqui.

A pressão a aplicar deverá respeitar sempre os valores mínimos e máximos aconselhados pelo fabricante da marca do pneu.

 

Para além disso, esta está diretamente ligada à utilização do rider, ao seu peso e aos seus objetivos. Ou seja, a pressão adequada depende da condução do ciclista, do tipo de percurso e terreno, bem como do conforto que pretende.

 

Deve ter em consideração que quanto maior for a pressão, maior será a proteção que se confere ao aro, e menor será o atrito com o piso, permitindo um rolar melhor. Por outro lado, baixa pressão confere melhor grip, ideal para terrenos irregulares, mas mais resistência na rodagem e menor absorção de impactos por parte do pneu.

Pode encontrar esta informação na tabela disponível aqui.

As tensões aconselháveis situam-se nos 120 Kgf, para o lado de maior tensão. Do lado contrário a tensão deverá ser a suficiente para equilibrar a roda, pelo que o valor mínimo será de 60 Kgf.

 

O lado de maior tensão é:

– O lado do disco, em rodas dianteiras de disco;

– O lado do cepo, em rodas traseiras.

 

Em rodas dianteiras com travão no aro, ambos os lados têm o mesmo valor de tensão, excetuando no caso de aros assimétricos, em que haverá uma ligeira diferença.

 

No caso de rodas com cubo de motor, o valor máximo de tensão situa-se nos 150 Kgf. No entanto, o aro deste tipo de rodas deverá estar apto a suportar esta quantidade de carga.

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